Utentes reclamam reforço do pessoal médico para atender à demanda

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O reforço do pessoal médico no concelho do Porto Novo está entre as principais preocupações dos porto-novenses, que pedem ainda a melhoria das condições de acolhimento da sala de espera dos serviços de urgência do centro de saúde.

Os utentes consideram que o número de médicos existentes neste município tem sido “incapaz” para atender à demanda, pelo que é necessário que o Ministério da Saúde reforce o pessoal médico, neste concelho, um dos mais extensos e dispersos do arquipélago.

Durante a sua recente visita a Santo Antão, no início deste mês de Setembro, o ministro da Saúde, Arlindo do Rosário, foi confrontado com essa preocupação e defendeu que Porto Novo, actualmente, com seis médicos e 28 enfermeiros, além de outros técnicos (nutricionistas, psicólogos), está bem servido, assim como a ilha de Santo Antão, que apresenta “um dos melhores rácios médico por habitante” a nível do País.

Santo Antão, com 22 médicos, apresenta um rácio médico/habitante que é “praticamente o dobro” da média rácio/habitante a nível nacional, segundo dados avançados, na ocasião, pelo governante.

Os porto-novenses têm estado ainda a defender a necessidade de se equacionar a construção de um hospital neste município, já que o actual centro de saúde, construído há duas décadas, não está a responder às necessidades desta região.

Esta infra-estrutura de saúde, segundo o ministro, foi alvo de obras e está a ser dotado de equipamentos modernos, no quadro de um programa nacional, financiado em quase um milhão de contos pelo fundo belga.

Porém, o hospital regional de Santo Antão contará, até ao final deste ano, com um ortopedista para melhorar o atendimento e reduzir as evacuações para o hospital central, no Mindelo.

Fonte: Inforpress

Opinião