Regiões de Santo Antão têm potencial para ser património da humidade, segundo Governo

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Algumas regiões da ilha de Santo Antão, além de grande potencial económico e ambiental, têm ainda “particularidades” para ser qualificados, por parte da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), como património da humanidade.

Em Novembro do ano passado, Santo Antão foi galardoado com prémio internacional Melina Mercouri, que foi motivo de celebração por parte dos santantonenses.

O prémio internacional Melina Mercouri da Unesco, para a salvaguarda e gestão de paisagens culturais, foi atribuído a Cabo Verde, que concorreu com Parque Natural de Cova/Paul/Ribeira da Torre, em Santo Antão, considerado um dos maiores centros de biodiversidade de plantas endémicas em Cabo Verde, com 36 espécies.

O ministério da Cultura e das Indústrias Criativas acredita que o prémio internacional Melina Mercouri abre, efectivamente, a hipótese de algumas regiões de Santo Antão, com grande potencial económico e ambiental, virem a ser classificadas como património da humanidade.

O Governo inscreveu, por isso, no Orçamento de Estado (OE) para 2020 verbas para a construção do dossiê de candidatura do parque Cova/Paul/Ribeira da Torre e das áreas anexas a património da humanidade.

A decisão do Executivo acontece numa altura em que está, também, em preparação o processo de candidatura de Santo Antão a património mundial da agricultura, no âmbito dos Sistemas Importantes Agrícolas Património da Humanidade (SIPAM), processo que engloba uma parte da floresta do Planalto Leste.

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