Quinta de São João Baptista nega que unidade agro-alimentar tenha sido encerrada pela IGAE

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A administração da Quinta São João Baptista, no Porto Novo, Santo Antão, negou hoje que esta unidade agro-alimentar tenha sido fechada pela Inspecção-geral das Actividades Económicas (IGAE), no quadro das acções de fiscalização que decorrem na ilha.

João Santos, proprietário desta quinta, que produz charcutarias, queijos e derivados, admitiu à Inforpress que uma equipa de fiscalização, liderada pela IGAE, esteve nessa unidade fabril, mas negou que a mesma tenha sido encerrada por incumprimento de normas exigidas para esse tipo de actividade.

O que aconteceu é que a equipa de fiscalização constatou a inexistência de “alguns manuais de procedimentos” na fábrica, tendo recomendado a sua elaboração, recomendação que já está a ser atendida, segundo a mesma fonte.

A quinta São João Baptista, que se situa em Lajedos, interior do Porto Novo, começou há “menos de três meses” e tem “todas as condições estão a ser criadas” com vista ao seu pleno funcionamento, explicou o proprietário da empresa, que, além da transformação agro-alimentar, abarca ainda a criação de animais e prática da agricultura sustentável.

Uma equipa de fiscalização multissectorial, integrada por representantes do Serviço Nacional de Protecção Civil, inspectores da IGAE, agentes da Polícia Nacional, militares e fiscais das câmaras municipais procede, nesta altura, em toda a ilha de Santo Antão, à uma série de acções, visando o cumprimento das normas e medidas de segurança sanitária.

Opinião