Produtores agrícolas insistem na deslocalização do centro de expurgo de Santo Antão

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Os produtores agrícolas no concelho do Porto Novo, em Santo Antão, voltam a insistir na deslocalização do centro de expurgo de Santo Antão, esperando que esta reivindicação seja atendida agora em 2022.

Segundo os produtores, há “pelo menos” quatro anos que aguardam pela deslocalização do centro pós-colheita, prometida pelo Ministério da Agricultura e Ambiente, esperando que esta medida se efective neste ano, para que este espaço possa servir melhor a ilha de Santo Antão.

Miguel Lopes, Augusto Fortes, José Delgado e António Dias são alguns dos agricultores abordados pela Inforpress que insistem na deslocalização do centro de expurgo para um sítio que possa servir melhor a classe.

Estes produtores agricultores consideram que esta infra-estrutura, construída em 2010, nos arredores da cidade do Porto Novo, não tem estado a servir os agricultores, devido, sobretudo, à “má localização”.

A deslocalização do centro de expurgo continua, entretanto, nos planos do Ministério da Agricultura e Ambiente, segundo o delegado no Porto Novo, para quem a não efectivação, até agora, do processo de deslocalização deve-se às restrições criadas com a covid-19.

O centro pós-colheita do Porto Novo foi construído há 12 anos para contornar a praga dos mil pés que infesta a ilha de Santo Antão, mas, segundo os agricultores, não tem servido a classe por causa da sua localização, encontrando-se, nesta altura, “praticamente fechado”.

Opinião