Presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos, considera “difícil” a situação por que passa a Guiné-Bissau

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O Presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos defende que os guineenses devem resolver seus problemas dentro do quadro constitucional do país.

A crise política institucional na Guiné-Bissau está cada vez mais difícil de se resolver. O Chefe de Estado, José Mário Vaz, demitiu o Governo de Aristides Gomes saído das eleições legislativas recentemente realizadas e nomeou um novo Governo, liderado por Faustino Imbali, dirigente do PRS.

Aristides Gomes e o seu Governo mantêm-se em funções e grande parte da comunidade internacional reconhece o seu Governo como “único e legitimo” na Guiné-Bissau, a quem pedem que organize as eleições presidenciais marcadas para 24 do corrente.

Jorge Santos falava a imprensa após ter recebido o Presidente da Republica Jorge Carlos Fonseca. O Presidente da Assembleia Nacional, exortou os guineenses a encontrarem “as melhores vias e soluções para resolver os seus problemas dentro do quadro constitucional do país”. Entretanto afirma que se trata de um assunto interno que deve ser resolvido pelos guineenses e que não caberá a ele emitir qualquer opinião em relação a questão.

“Guiné-Bissau tem uma Constituição da República, que é o quadro legal para a resolução de qualquer problema, e nós somos defensores que têm de ser criadas todas as condições para as eleições presidenciais que se avizinhem”, sublinhou o presidente do Parlamento cabo-verdiano, que não quis adiantar qual dos governos reconhece como legítimo.

“O que eu quero é a paz na Guiné-Bissau a concórdia e, acima de tudo, o respeito pela Constituição da República”. O governante defendeu ainda que os guineenses têm que acatar com as directrizes da Constituição da Guiné-Bissau, que tem um Tribunal Constitucional, tribunais e um Parlamento e “é nesse quadro das instituições democráticas que essas questões têm que ser resolvidas não no quadro da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), nem de outras instâncias”.

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