Liberdade e Democracia: falta muito por fazer para que Cabo Verde seja considerado um país totalmente livre e democrático

Liberdade e Democracia: falta muito por fazer para que Cabo Verde seja considerado um país totalmente livre e democrático

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No dia em que se assinala o Dia da Liberdade e da Democracia, Santo Antão News saiu à rua no intuito de saber o que os praienses pensam sobre esta data. Os entrevistados acreditam que não existem ainda liberdade plena, muito menos uma democracia perfeita pelo que consideraram faltar muita coisa por fazer para que Cabo Verde seja considerado um país democrático e totalmente livre.

O dia 13 de Janeiro foi instituído oficialmente como o Dia da Liberdade e Democracia em Cabo Verde. Em 991, os cabo-verdianos exerceram pela primeira vez o direito de voto, participando nas primeiras eleições multipartidárias, um momento histórico para os cabo-verdianos.

Praienses abordados pelo SAN, neste feriado, 13 de janeiro, consideraram existir uma linha que poderá levar a uma plena democracia e liberdade em Cabo Verde, mas que ainda há um caminho a percorrer.

“A falta de liberdade começa pelos órgãos da comunicação, que deveria ser considerado a voz do povo, mas é censurado pelos sucessivos Governos”, afirmou Idalina Monteiro, acrescentando que a liberdade ainda não é uma realidade vivida pelos Cabo-verdianos.

Armindo Tavares, professor aposentado, acredita que Cabo Verde tem um longo caminho a percorrer para tornar-se num país totalmente livre e democrático. “Infelizmente em Cabo Verde, só comemoramos as expressões “democracia e a liberdade”, porque ainda é uma realidade inexistente“.

O jovem Lúcio Varela, estudante universitário do curso de Direito, defende que  hoje os cabo-verdianos já se sentem mais livres para expressar seus sentimentos e descontentamentos e argumenta sua opinião referindo-se do Facebook onde existem opiniões de várias ordens e que muitas vezes merecem posição do Governo e das forças politicas.

No entanto, as manifestações também é uma das formas referidas pelo entrevistado como forma de expressar a liberdade e “mostrar que vivemos num país democrático”.

 

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