Cai o pano num ciclo de formações sobre desertificação e alterações climáticas no Porto Novo

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Cai o pano hoje num ciclo de formações em desertificação e alterações climáticas, realizado nos últimos dias em Porto Novo, Santo Antão, no âmbito do projeto sobre sistemas agro-florestais desta ilha. Este ciclo de formação, foi implementado pela Associação para a Defesa do Património de Mértola, Portugal, promotor deste projeto, começou no início desta semana com os agricultores do Planalto Leste e com uma visita dos agricultores da Casa do Meio ao campo experimental em Água das Caldeiras.

Entretanto através de uma nota a Associação portuguesa, explica que o ciclo de formação sobre desertificação e alterações climáticas concluída este domingo com uma troca de experiências entre os agricultores do Planalto Leste e da Casa do Meio.

“Com esta formação, pretendemos que os agricultores e técnicos agrários possam adoptar técnicas agro-ecológicas que incrementem a produtividade, assegurem a conservação do solo e aumentem a resiliência às alterações climáticas”, explica esta organização não-governamental portuguesa.

O projeto sobre sistemas agro-florestais em Santo Antão é promovido pela Associação para a Defesa do Património de Mértola, em parceria com a Associação Luz Verde do Norte (Planalto Norte), com a Associação dos Jovens Agricultores da Zona Peri-Urbana do Porto Novo e com a Associação das Mulheres do Planalto Leste.

Com duração de quase dois anos, o projeto sistemas agro-florestais de Santo Antão, no âmbito do qual instalaram três campos experimentais, começou a ser implementadas em Março deste ano, com o financiamento da União Europeia, no âmbito da iniciativa Global Climate Change Alliance plus (GCCA+) West África.

Opinião